Mostrando postagens com marcador Interessante. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Interessante. Mostrar todas as postagens

25 de novembro de 2011

Freddie Mercury saudade.

Saudade... 






Ontem, 24 de novembro, completou 20 anos da morte de Freddie Mercury, cantor conhecido por sua extravagância e genialidade e que morreu aos 45 anos em Londres, um dia após confessar que portava o vírus da Aids.
'Freddie Mercury morreu pacificamente nesta noite em sua casa de Kensington, em Londres. Sua morte é resultado de uma broncopneumonia causada pela Aids', informou em 24 de novembro de 1991 seu representante em um breve comunicado.
Nascido na Tanzânia e criado na Índia, Mercury deixou como legado hinos como 'I Want To Break Free', 'Don't Stop Me Now' e 'Bohemian Rhapsody', cantados com sua voz única, sempre interpretados de maneira teatralizada, em um estilo impossível de imitar.
Alguns tentaram copiar o líder da Queen, mas ninguém foi capaz de reproduzir a personalidade arrebatadora e carismática deste 'showman' de grandes dentes, que se transformou em um dos ícones dos anos 1980 apesar de, como ele próprio dizia, ser muito tímido.


Entre as muitas fotos que circulam por conta do aniversário de morte do cantor, uma se destaca por expressar bem sua personalidade. Mercury, com uma capa e coroa reais, desfila como uma verdadeira 'queen' (gíria inglesa para o homossexualismo) britânica, durante uma apresentação no estádio londrino de Wembley, em julho de 1986.
A banda Queen transformou a cena musical dos anos 1970 e 1980, e vendeu mais de 300 milhões de discos, a maioria depois da morte de seu vocalista, nascido em 5 de setembro de 1946 e batizado como Farrokh Bulsara.
Em sua juventude, trocou esse nome difícil de pronunciar por Freddie e, quando já se dedicava profissionalmente à música, substituiu seu sobrenome por Mercury (Mercúrio, mensageiro dos deuses).
A carreira de Freddie Mercury, um homem culto que estudou desenho e adorava ópera, esteve sempre unida à do guitarrista Brian May, do baterista Roger Taylor e do baixista John Deacon.
Os quatro músicos criaram a Queen em 1971 e gravaram 12 álbuns de estúdio, entre eles os aclamados 'Sheer Heart Attack' (1974) e 'A Night at the Opera' (1975), com um som que misturava rock, heavy metal e glam, dominado pela guitarra de May e, sobretudo, pela imponente voz de Mercury.
Embora alguns critiquem o toque 'kitsch' do grupo, seus shows tinham um caráter antológico e suas canções perduraram por todos esses anos.
Contudo, os fãs do cantor não possuem um túmulo para prestar homenagens a ele, já que seu corpo foi cremado em Londres e as cinzas foram espalhadas em um lago suíço dias depois.
Em seu velório, foi executada a canção 'Barcelona', gravada em 1987 pelo músico britânico com sua idolatrada cantora lírica Montserrat Caballé, que se tornou hino dos Jogos Olímpicos de 1992, quando Mercury já havia morrido. 








EFE Brasil, Patricia Souza, EFE Multimídia

24 de outubro de 2011

A EXTINÇÃO DOS PROFESSORES.


O ano é 2.020 D.C. - ou seja, daqui a nove anos - e uma conversa entre 
avô e neto tem início a partir da seguinte interpelação: 
  
  – Vovô, por que o mundo está acabando? 
     A calma da pergunta revela a inocência da alma infante. 
  
E no mesmo tom vem a resposta: 
     – Porque não existem mais PROFESSORES, meu anjo. 
     – Professores? 
Mas o que é isso? 
O que fazia um professor? 
  
  O velho responde, então, que professores eram homens e mulheres elegantes e dedicados, que se expressavam sempre de maneira muito culta e que, muitos anos atrás, transmitiam conhecimentos e ensinavam as pessoas a ler, falar, escrever, se comportar, localizar-se no mundo e na história, entre muitas outras coisas. 
Principalmente, ensinavam as pessoas a pensar. 
  
– Eles ensinavam tudo isso? 
Mas eles eram sábios? 
– Sim, ensinavam, mas não eram todos sábios. 
Apenas alguns, os grandes professores, que ensinavam outros professores, e eram amados pelos alunos. 
  
    – E como foi que eles desapareceram, vovô? 
  
  – Ah, foi tudo parte de um plano secreto e genial, que foi executado aos poucos por alguns vilões da sociedade. 
O vovô não se lembra direito do que veio primeiro, mas sem dúvida, os políticos ajudaram muito. 
Eles acabaram com todas as formas de avaliação dos alunos, apenas para mostrar estatísticas de aprovação. 
Assim, sabendo ou não sabendo alguma coisa, os alunos eram aprovados.
Isso liquidou o estímulo para o estudo e apenas os alunos mais interessados conseguiam aprender alguma coisa. 
  
Depois, muitas famílias estimularam a falta de respeito pelos professores, que passaram a ser vistos como empregados de seus filhos. 
Estes foram ensinados a dizer “eu estou pagando e você tem que me ensinar”, ou “para que estudar se meu pai não estudou e ganha muito mais do que você” ou ainda “meu pai me dá mais de mesada do que você ganha”. 
  
Isso quando não iam os próprios pais gritar com os professores nas escolas. 
Para isso muito ajudou a multiplicação de escolas particulares, as quais, mais interessadas nas mensalidades que na qualidade do ensino, quando recebiam reclamações dos pais, pressionavam os professores, dizendo que eles não estavam conseguindo “gerenciar a relação com o aluno”. 
O professores eram vítimas da violência – física, verbal e moral – que lhes era destinada por pobres e ricos. 
Viraram saco de pancadas de todo mundo. 
  
Além disso, qualquer proposta de ensino sério e inovador sempre esbarrava na obsessão dos pais com a aprovação do filho no vestibular, para qualquer faculdade que fosse. 
“Ah, eu quero saber se isso que vocês estão ensinando vai fazer meu filho passar no vestibular”, diziam os pais nas reuniões com as escolas. 
  
E assim, praticamente todo o ensino foi orientado para os alunos passarem no vestibular. 
Lá se foi toda a aprendizagem de conceitos, as discussões de idéias, tudo, enfim, virou decoração de fórmulas. Com a Internet, os trabalhos escolares e as fórmulas ficaram acessíveis a todos, e nunca mais ninguém precisou ir à escola para estudar a sério. 
  
Em seguida, os professores foram desmoralizados. 
Seus salários foram gradativamente sendo esquecidos e ninguém mais queria se dedicar à profissão. 
Quando alguém criticava a qualidade do ensino, sempre vinha algum tonto dizer que a culpa era do professor. 
As pessoas também se tornaram descrentes da educação, pois viam que as pessoas “bem sucedidas” eram políticos e empresários que os financiavam, modelos, jogadores de futebol, artistas de novelas da televisão, sindicalistas – enfim, pessoas sem nenhuma formação ou contribuição real para a sociedade. 


(Internet)

22 de julho de 2011

Um mundo dentro de um vulcão.

Em uma misteriosa floresta no interior de um vulcão, exoste um mundo extraordinário no qual o novo e o magico caminham lado a lado. Um lugar onde tudo é possivel, chamado VAREKAI.



11 de julho de 2011

Impulsividade.

Passeando por ai encontrei esta pérola! (risos) Controle-se.




Pauline Wallin revela como lidar com a impulsividade e modificar padrões comportamentais
06/07/2011
Psicóloga há mais de 25 anos, Pauline Wallin desenvolveu métodos específicos para auxiliar pessoas que buscam reformular seu comportamento e evitar sentimentos autodestrutivos. Estes assuntos são abordados em "Tire proveito dos seus impulsos", lançamento da Editora Vida & Consciência – obra na qual a renomada profissional discute problemas ocasionados pela impulsividade e demonstra de que maneira é possível controlar certas vontades.
Pauline Wallin revela como lidar com a impulsividade e modificar padrões comportamentais
Tire proveito dos seus impulsos
Ao longo de sua carreira, Pauline observou a necessidade de seus pacientes identificarem o conjunto de pensamentos e ações que movem os seres negativamente, o que ela nomeia de “diabinho interior”. A autora afirma que estamos quase o tempo todo sujeitos a forças mentais involuntárias, e mostra que o importante é não negar essas vontades e sim reconhecê-las conscientemente, para nos orientarmos e, por fim, alcançar a autodireção.

O livro contextualiza diversos casos de pacientes da psicóloga que apresentavam dificuldades em lidar com seus impulsos e de que forma isso as prejudicava. Como Emily, uma mulher que não conseguia controlar sua desconfiança, e Dave, um rapaz que não era capaz de abandonar a vontade de fumar. Para explicar essa impulsividade, a autora recorre aos conceitos de Sigmund Freud e Eric Berne e utiliza seus estudos de caso para ilustrá-los. Ela afirma que, além de causas patológicas como o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), também existem fatores culturais que predispõem comportamentos impulsivos, como a intensa presença dos meios de comunicação, que nos molda à padrões de “períodos curtos de atenção e de gratificação imediata”.

Escrito de maneira clara e bem humorada, Tire proveito dos seus impulsos expõe casos de hábitos viciosos como a vontade excessiva de beber, fumar, comer, jogar ou até mesmo a dificuldade de abrir mão de relacionamentos destrutivos. Estabelecer normas para regular pensamentos negativos, usar o humor, refletir profundamente, ser persistente e firme nas decisões e adquirir uma perspectiva realista são algumas maneiras de lidar com os impulsos e, dessa forma, mudar padrões comportamentais e atingir o controle absoluto sobre a própria vida.

Sobre a autora – Pauline Wallin é uma psicóloga clínica, com mais de 25 anos de prática em consultório. Trabalhou no corpo docente adjunto da Universidade de Minnesota e da Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, além de escrever artigos e comentários para jornais como New York Times, Wall Street Journal e Washington Post.

Título: Tire proveito dos seus impulsos
Autores: Pauline Wallin
Número de páginas: 208
Formato: 16 x 23 cm
Preço: R$ 29,90
ISBN: 978-85-7722-129-5

Mais informações estão disponíveis no site: www.vidaeconsciencia.com.br

18 de março de 2011

Imagens espetaculares.


                                                           

 Segredinhos cabulosos.






Imagens Google.

16 de março de 2011

Finalmente, o homem vai destruir a Terra... Vamos ter que nos mudar.

Deixemos a especulação à parte está provada a existência de vida inteligente em outros planetas. A NASA evita dar maiores esclarecimentos sobre o assunto – que é espetacular

Desde 2007, está na internet (www.cnes-geipan.fr/geipan) parte dos arquivos do Grupo de Estudos e Informações de Fenômenos aeroespacial, Não-Identificados (Geipan), sediado em Paris e ligado ao governo francês.


Imagens Google.

Vamos mudar para a Lua, a terra já era.

Pesquisando na net, encontrei esta pérola, partilho com todos.
Paz e Bem. (nuvem)



A força "invisível".
            OS EFEITOS PROVAM AS CAUSAS:

Órbitas elipsóides não se sustentam sem uma repulsão direta, gradativa que seja do astro central e vice-versa, ou seja: isto seria impossível pelos conceitos da astrofísica atual, pois como os satélites artificiais não constantemente controlados, tais astros orbitais cairiam ou fugiriam do astro central.  Por que: luas não caem e nem fogem dos seus planetas, como estes em relação às suas estrelas, por se atraírem até o ponto de se repelirem como ímãs de pólos iguais voltados um para o outro: seus centros estão cheios de antimatéria (que, ao contrário da matéria, a tudo repele, e com força por ter a ver com metais pesados (barisfera - NIFE), e repele muito mais a ela própria quando desgarrada (ímãs de pólos iguais)), a qual está posicionada no centro do astro, envolta por um vazio: a barreira repulsiva da antimatéria, que ali, sob extrema compressão e coesão do magma ao redor, se comporta como um sólido, conforme demonstram as ondas de compressão detectadas pelos sismógrafos em atividade. Tal efeito repulsivo de antimatéria se agiganta com a proximidade, como em ímãs, porém em enormes proporções, causando a forma elipsóide das órbitas. A atração material dos astros orbitais abrange as suas projeções, enquanto a repulsão das suas antimatéria é mais centralizada, o que causa, como numa balança de precisão, uma "permanente queda desviada", de aceleração inversamente proporcional às suas distâncias, cuja média é dada pela proporção entre matéria e antimatéria de cada astro. Invertendo o sentido da força, teoricamente arrisco uma fórmula que não é mais que uma ligeira modificação da lei da gravitação: antimatéria repele outra antimatéria, com força: Fr = R.(am1. am2) /r3 (AO CUBO), e entre matéria e antimatéria: Fr2 = R2. (m. am) / r4, onde R e R2 são as constantes de repulsão de am/am e m/am respectivamente, a serem medidas com amostras naturais. PROVAS:

1) As crateras lunares foram, em sua maioria, causadas não por choques de meteoros, mas por enormes "bolhas" de antimatéria (+- 200 km) que de alguma forma se desprenderam do centro antimaterial do astro, e logo em seguida foram repelidas por ele, conseguindo ultrapassar a crosta lunar então em formação e daí, espaço a fora. Fiz a experiência de puxar de uma sopa grossa uma bolinha por um fio e formou-se na sopa uma figura idêntica a uma cratera lunar, inclusive com um ponto central elevado (fluxo inercial). Embora esteja provado que meteoros caem na lua, assim como minúsculos meteoritos, devido a sua quase inexistente atmosfera, tais não causariam crateras redondinhas e com longos sulcos externos+- simétricos, +- 500 km, provocados sim por grandes partes da crosta lunar em formação (quente e mole), que foram expulsas do caminho de saída da bolha de antimatéria (repulsiva) causadora da cratera, as quais, no caso de uma "explosão", seriam pulverizadas ao invés de rolarem até se desmancharem (imagens telescópicas; isto ESTÁ PRATICAMENTE "ESCRITO" NA SUPERFÍCIE LUNAR);

2) As bolhas de antimatéria retidas na crosta lunar pelo seu resfriamento e endurecimento, estão em maior quantidade na face por isso oculta da lua, sempre "puxada" para longe da Terra, e existe pelo menos uma elevação, visível aqui da Terra com o auxílio de um telescópio, como base de uma cratera lunar : seria outra bolha que não conseguiu sair da lua, devido talvez à
rotação incerta do astro quando se formava (as bolhas de antimatéria escapavam somente do lado oposto à Terra, o qual oscilava àquela época);
3) O relevo da face oculta da lua é mais acentuado, conforme fotos de satélites, devido à pressão da antimatéria retida próxima à sua superfície, exercida no período de formação lunar;

4) Algol, binária da constelação Perseu, com período de + - 72 horas: só a antimatéria para explicar porque , em centenas de séculos, ainda não se chocaram, estando em órbita uma da outra (a influência externa de outros astros seria motivo da falência das órbitas);

5) As marés cheias da lua nova, opostas ao sol + lua + Terra + força centrífuga (somam-se as forças de repulsão de antimatéria).

Considerações finais: 1) Mercúrio está mais próximo do sol por ter pouca antimatéria, a qual escapou em parte (crateras como as da lua - fotos de sondas); 2) Talvez exista um tipo de matéria que seja mais repelida pela antimatéria; isso explicaria as órbitas de cometas e asteróides, bem como os anéis dos planetas grandes mais Afastados do sol por terem mais antimatéria influente do que matéria: seria uma repulsão específica mais direcionada aos "pólos" do planeta, e os objetos formadores dos anéis decairiam para a parte menos repulsiva: uma espécie de "equador orbital", válido para todos os sistemas astros-orbitais.  Esse “equador", ao nível do solo, tem diminuída a sua gravitação pela força centrífuga de rotação do astro, +- compensada aos pólos pela maior repulsão de antimatéria centro-astral. Autorizo a divulgação, e aguardo opiniões dos entendidos.

Autor: Alfredo M. C.

alfredomc1@hotmail.com


Fonte: http://www.webartigos.com/articles/12564/1/Estabilidade-Orbital-Astronomica/pagina1.html#ixzz1GmW1GBRq
Imagem Google

12 de março de 2011

7 de fevereiro de 2011

Interessante.

Imagens interessantes do Google.



























































































































































Esta imagem interessante,  procriou. Elas habitam em vários órgãos do Governo, federal, estadual e municipal, nas igrejas e empresas filantrópicas. (risos) rindo... apesar da trágica e realista figura!